VAZANTE
Presas em frestas, 2024 - bronze e granito em liga
Grave Agudez, 2024 - mármore e granito em liga
Bocas Em Dobras da série Vazante, 2018
85 x 25 x 10 cm
Molde do negativo de dobras de corpo feminino em pó de mármore com resina - parte da exposição coletiva ‘Monumental Delas’ na Marina da Glória no Rio de Janeiro, 2018
A série Vazante investiga a contra forma de corpos femininos, mais precisamente o espaço vazio entre dobras e curvas da mulher. Trazendo atenção à presença e força desse corpo, tão silenciado e confinado na história, e ainda na atualidade. O trabalho observa o espaço negativo que, em oposição à suavidade e acolhimento de formas positivas, pode ser afiado, preciso e cortante.
Esta pesquisa começou em Junho de 2018, quando 13 artistas, a psiquiatra Gabriela Serfaty e a curadora Keyna Eleison se reuniram para estudar e escutar o corpo feminino tendo como ponto de partida a tese de Gabriela Serfaty ‘O corpo adoecido como via de protesto’. Esta rica troca deu luz à exposição DisseCada na Marquês456 no mesmo mês.
No ano de 2019 parte deste mesmo grupo com novas integrantes formou a ‘Cooperativa de Mulheres Artistas’, grupo heterogêneo composto por pesquisadoras, artistas, ativistas, psiquiatras, professoras, mães e não-mães que tem como propósito problematizar o lugar da mulher na economia da arte e ampliar sua representatividade.


Em Tensão da série Vazante, 2019
Molde da parte interna de um corpo feminino em posição fetal em pó de mármore com resina pendente sobre água - parte da exposição coletiva ‘Desordem Ordinária’ no Largo das Artes no Rio de Janeiro, 2019





Eixos da série Vazante, 2018
11,5 x 12 x 4cm e 13 x 9,5 x 4,5cm
Moldes do negativo de dobras de corpo feminino em latão - parte da exposição coletiva ‘DisseCada’ na Marquês456 no Rio de Janeiro, 2018



5 Meses da série Vazante, 2019
Moldes do negativo de dobras de corpo feminino em latão - parte da exposição coletiva ‘Desordem Ordinária’ no Largo das Artes no Rio de Janeiro, 2019


